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domingo, 10 de abril de 2016

Os menestréis do blues - Música e Sociedade

A pré-história do blues: os menestréis e a entrada do negro no mercado musical

A pré história do blues: os menestréis e a entrada do negro no mercado musical













Música de dança do século XIX - Música e Sociedade

 


O nacional e o cosmopolita na música de dança do século XIX
A música de dança foi um dos negócios musicais mais lucrativos do século XIX. Do salão burguês e aristocrático aos salões públicos, a música para dançar virou uma verdadeira febre na Europa no período.
Seu sucesso ultrapassava fronteiras. O grande avanço na mobilidade advindo do crescimento das estradas de ferro, bem como um mercado organizado de distribuição musical internacional, estimulavam esse fenômeno. Assim, orquestras como a de Josef Lanner e Johann Strauss II empreendiam diversas turnês pela Europa, o que estimulava a criação de um estilo cosmopolita dentro dos gêneros musicais para dança. No entanto, grande parte da demanda vinha dos lugares de origens dessas orquestras, o que apontava a necessidade da assimilação das características musicais locais. Assim sendo, um grande esforço era empreendido pelos músicos-empresários na tentativa de equilibrar o nacional e o cosmopolita. Como aponta o musicólogo Derek B. Scott, “a valsa, os menestréis blackface, o music hall e o cabaré francês não demoravam para atravessar as fronteiras nacionais à medida que os meios de disseminação se encontravam disponíveis. A razão é simples: essa música se tornou disponível sob a forma de commoditie criada para a troca, e não devia jamais se limitar ao (gosto) local de maneira a se tornar confusa ou ininteligível para um público amplo” (Scott, 2011, p. 44).
#momentomusicaesociedade
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Referência
SCOTT, D. Sounds of the Metropolis: The 19th Century Popular Music Revolution in London, New York, Paris and Vienna. Oxford: Oxford University Press, 2011
‪#‎musica‬ ‪#‎dança‬ ‪#‎strauss‬ ‪#‎orquestra‬ ‪#‎mercadomusical‬ ‪#‎dançadesalão‬ ‪#‎musichall‬

Beethoven - Música e Sociedade

 

Em seu livro "Música e Política: a Nona de Beethoven", o musicólogo argentino Esteban Buch desvenda a utilização desta composição pelos mais diversos propósitos políticos. Venha conhecer mais sobre o livro neste artigo do Música e Sociedade.

segunda-feira, 11 de março de 2013

terça-feira, 23 de outubro de 2012

O Aniversário de Iolanda - "Gracias a la Vida": A Música de Violeta Parra, como Memória

RJ, 23/10/2012
O Aniversário de Iolanda
Autora: Marta Caetetu

Parte V
A Música como Memória
Violeta Parra
Este é um capítulo especial na história  O Aniversário de Iolanda, porque lutar contra opressores é um ato político nascido no momento em que a exploração de homens e mulheres se inicia. Fato que se apresenta como um dos nossos atavismos. 
A música é uma arte que nos move no presente, é capaz de nos remeter a passado imemorial, bem como nos suportar na caminhada para um futuro.
Desse modo, minha lembrança inicial foi a chilena Violeta Parra, com sua composição Gracias a la Vida, conhecida em todos os cantos do mundo, graças, fundamentalmente, a ousadia da maravilhosa cantora argentina, Mercedes Sosa.  

   A cantora Mercedes Sosa levou a música da chilena 
Violeta Parra para todos os cantos mundo. Proibida de 
cantar na Argentina durante a ditadura militar (1976-1983), 
exilou-se em Paris e, posteriormente, em Madri.

]
O canto e a interpretação de Elis Regina ampliam
a beleza e o sucesso da canção, já amplamente consagrada,
Gracias a la Vida, dez anos após seu lançamento
por Violeta Parra - Show "Falso Brilhante, 1976 - Ditadura militar
no Chile, na Argentina e no Brasil.


Mercedes Sosa e Maria Rita, filha de Elis 
Regina - Em São Paulo, 2007.



                                                 1998 - Homenagem  a Salvador Allende,
                                  em Santiago do Chile. A primeira a cantar, é Isabel Parra,
                                               filha de Violeta e a segunda, Tita Parra, neta de
                                                              Violeta; filha de Isabel.

sábado, 6 de outubro de 2012

Homem chora - Jacques Brel e sua "Ne me quite pas"


Marta caetetu - às 20h 08
"A música não é sobre o amor, mas sobre a covardia dos homens."Jacques Brel sobre "Ne me quite pas". 

"Ne me quite pas" é uma canção composta, escrita e cantada pelo cantor e compositor belga (também ator), Jacques Brel, publicada em 1959, pela Wanner-Chappell.
Essa canção foi escrita durante o processo de separação de Brel da atriz e cantora francesa, Suzanne Gabriello.
Brel é reconhecido como um dos maiores compositores de música francesa. E sua "Ne me quite pas", tem interpretações variadas, do passado aos dias de hoje, como a da cantora brasileira Maria Gadu, em 2010.
Mas, sem sombra de qualquer interpretação, em minha modesta opinião, Edith Piaf; pela França, e Maysa; pelo Brasil, são as sublimes, além do próprio, claro.

























                                                             (08/04/1929-09/10/1978)



quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Coreia do Sul tem seu "Michel Teló": PSY

por Marta Caetetu  -  às17h 06

O cantor sul-coreano PSY, de 34 anos, é a sensação K-pop, apesar dele não se considerar enquadrado nesse estilo.
Seu clipe, com a música Gangnam Style, já foi visualizado mais de 190 milhões de vezes, no Youtube.
Além disso, PSY ultrapassou Justin Bieber como vídeo mais vendido no iTunes, loja de mídia da Apple.

       
                   Gangnam Style

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Vídeo das Cigarettes - As três Irmãs

http://www.fotosearch.com.br/fotos-imagens/cigarro.html
 por Marta Caetetu - 26/09/2012    2h 05                          





O movimento em torno do lançamento do vídeo das "Cigarettes" tem sido bastante grande. Será uma grande oportunidade para se visualizar um tema muito debatido, mundialmente.


Como se pode perceber, o tempo está passando e o vídeo ainda não saiu.
Mas, as Três Irmãs garantiram que em, no máximo, três semanas ele estará pronto para rodar.





Aguardando envio

Em breve, lançamento, aqui, do vídeo das "Cigarettes".


O vídeo está em fase de pré-produção.

A locação para a gravação foi a etapa mais demorada, porque as meninas gostam de ambientes difíceis de serem montados e/ou encontrados.